Agora
(Carlos Pedala)
Todo dia tem a hora da poesia
Enquanto o vento atravessa a
sala
Espero, de portas abertas
que cheguem as cartas
escutando o canto dos
passarinhos
e o grito do asfalto
a saúde se restabelece
o resfriado vai se embora
estou com saudade das
bicicletas
e de passear pela orla
sinto relógio
e horas
a poesia, às vezes, demora
acho que ela tem medo
de nascer
equivocada, agora
Nenhum comentário:
Postar um comentário